Fado De Ver

Letra: joão gigante-ferreira  /  Música: Fernando de Freitas

 

Tão tristes acordaram

Meus olhos nesse dia

Alegres só ficaram

Por verem que te via

Meus olhos são assim

Da cor em que se deitam

Se estás ao pé de mim

D´amor logo se enfeitam

 

Nem sempre é esta a regra

De verem p´lo que é visto

Minh´alma não se entrega

Sonho-te logo existo

As pálpebras cerradas

Eu sei que não te importas

Pestanas abraçadas

Que neles entrem gaivotas

 

Do sonho não se sabe

Depois o que é verdade

Gaivotas pela tarde

Se azul de tempestade

Que importa não saber

Depois o que acontece

Viver é não esquecer

O sonho que apetece

 

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