helena sarmento nasceu a 23 de Agosto de 1981, em Lamego.

A partir de 2004, radicou-se no Porto.

Em 2011 editou o seu primeiro disco, FADO AZUL e em 2013 o segundo, FADO DOS DIAS ASSIM, qualquer deles editado também para todo o mundo pela prestigiada Sunset France, acontecimento raro, no que a um primeiro disco se refere.

É nas palavras que canta que helena sarmento se encontra e se reinventa e é nelas que se condensa, desde Fado Azul, a coerência que persegue na construção de um universo original, próprio e identificador do seu projecto.

Já pisou muitos e distintos palcos em Portugal e no mundo.

Em Portugal actuou nomeadamente no Casino Figueira, Casino Estoril, Teatro Ribeiro da Conceição em Lamego, Cine Fórum em Penedono, Teatro Sá da Bandeira em Santarém, Claustros da Câmara Municipal de Amarante, Belém Art Fest 2013, Festival Cais de Fado em Gaia, Largo da Misericórdia de Ponte da Barca, Parque Isidoro Guedes em Lamego, Gaia World Music na Serra do Pilar, Casa da Cultura de Ponte da Barca, Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima, Casa das Artes de Felgueiras, Encontros da Gastronomia em Guimarães, “Excentricidades”, também em Guimarães, Auditório da Câmara Municipal de Cinfães, NOS em D´bandada 2015, Museu do Fado, Gaia é Fado, destacando ainda, pela sua singularidade, os concertos numa das mais belas livrarias do mundo, a Livraria Lello, no Porto, onde decorreu a apresentação pública de Fado dos Dias Assim, e a actuação no Fado na Janela da Casa de Amália.

No estrangeiro, actuou para público autóctone no Museu Leopold - Düren – Alemanha e no Teatro Slaski Katowice – Polónia e, a convite da Secretaria de Estado das Comunidades Europeias, no Theátre Jacques Prévert – Paris e em Lyon, por ocasião das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril. Em 2015, também a convite da Secretaria de Estado das Comunidades Europeias, cantou nas comemorações do 1º de Maio em Dijon e Saint Etiénne.

Canta, com alguma regularidade, na Casa de Fados Restaurante Típico O FADO, no Porto.

Faz parte, enquanto artista e cidadã, do projecto “As Vozes do Silêncio – Les Voix du Silence” cuja missão é aproximar as pessoas através da Arte.

 

 

Press release

Lonjura

 O 3º álbum de Helena Sarmento é editado a 13 de Abril de 2018

 A Vida é a circunstância inevitável da Arte. A Liberdade, a circunstância necessária do Artista.

 No seu novo disco, Lonjura, helena sarmento surge, mais do que nunca, esplendorosa e livre.

 Quatro fados totalmente originais: Fado em Branco (que abre o disco), com música de Samuel Cabral e joão gigante-ferreira; Fado Depois da Tempestade, de Samuel Cabral; Contigo por Lisboa e Fado Jurídico-Criminal, ambos com música de André Teixeira e todos com palavras de joão gigante-ferreira;

 Noite de Inverno e Fado Azul (se Azul se Atreve), com palavras novas de joão gigante-ferreira para os tradicionais Fado Mocita dos Caracóis (Alfredo Marceneiro), e Fado Vianinha (Francisco Viana);

 Fado Xuxu, do repertório de Amália Rodrigues, singela lembrança e devido tributo;

 Fado Não-Valentim, uma recriação do popular Valentim, na doce subversão das palavras de joão-gigante-ferreira;

 Lonjura, tema que dá nome ao próprio disco, um poema do pai da fadista, o escritor Joaquim Sarmento, cantado na música do Fado Menor do Porto (João Black);

 Era um redondo vocábulo, letra e música de José Afonso e O Bêbado e a Equilibrista (que encerra o disco), de João Bosco e Aldir Blanc, são duas interpretações muito inspiradas que completam os onze temas que compõem este novo trabalho.

 Na música, uma formação tradicional de excepcionais executantes: Samuel Cabral na guitarra portuguesa (e na direcção musical), André Teixeira na viola de fado (e nos arranjos) e Sérgio Marques (Ginho) no baixo de fado.

 Um disco para ser ouvido por quem queira ouvir com os seus próprios ouvidos, implantados na sua própria cabeça, sem rótulos nem catálogo obrigatório.

 Lonjura, é o tema onde a voz mais descerra o lugar da (sua) alma. A letra, de seu Pai, parece premonitória dessa outra lonjura maldita, a doença que ao longo dos anos o foi rondando e roubando a si mesmo e a quem o ama.

 helena sarmento é aqui a Voz. Profunda e poderosa. Que vem do longe da memória e do mais escondido de si.

 E dela se impôs a urgente e inevitável consequência de que todo este disco seja um dedicado tributo e homenagem a Joaquim Sarmento: ao Homem, à sua coragem e ao privilégio de dele ser filha.